Não importa o freguês
Vendo um poema de versos lacônicos
Versos simples, nada de escala
Nem pensar em piegas
Um poema sem estrofes,
Declarando um fim da rima,
Libertando os vocábulos.
Vendo um poema nada melancólico
Nele, jaz toda a métrica clássica
Aclama-se a vivacidade da meta-poesia
Meu eu-lírico fareja novas cores
Com a ousadia de combinações,
Pelo exaltar do nosso novo-velho apego.
Vende-se uma poesia de novas catarses
Coniventes com os nossos passos
Exalando o perfume dos nossos corpos
Vende-se, sim... Uma poética de um jovem tempo
Vende-se, também, um poeta de um novo poetizar.
Heracton Sandes Amparo

Um comentário:
O pagamento tem que ser à vista??? rsrs. Tooon, o que é que tu ta fazendo com os teus textos? Escondendo-os para que mesmo?
Vc escreve divinamente bem e tem tão poucos textos postados...
Bom, sou mesmo suspeita de falar pq sou sua fã né! Mas se não escrevesse tão bem talvez eu nem seria! sei admirar o que é bom! Tenho bom gosto. rsrsrs. Sucessooooooooo*
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